Seus pais te bancando, não precisa ir para o colégio, só jogando o dia todo, que vida boa de hikikomori você tem hein? Sua vida é tão boa, cheia de amigos: você fala com a geladeira, que tem uma fofoca nova da TV, enquanto isso o fogão já está de papo novo. Você percebe que está ficando doido, claro, isso tudo é conspiração da NHK, uma organização dos hikikimori.

Porém você encontra uma garota e começa a conversar com ela, e ela começa a te ajudar. Ela te ajuda a arrumar serviço, mas você para para ela que você trabalha fazendo jogos, mesmo que nunca tenha feito um, aí ela quer ver um jogo seu e você vai na lábia que não terminou ainda o jogo e ela te dá um mês para terminar.

Que jogo você faz? Um erótico, claro, gênero número um de vendas no Japão. Mesmo assim dá um jeito de disfarçar o nome do jogo para ela não desconfiar de nada, claro. E a história vai desenvolvendo chega um momento que o grupo cai em uma cilada piramidal, depois aparecem outros conflitos e assim vai.

Por fim, esse é um anime que assisti a muito tempo atrás. O que mais me dá memórias dele são as músicas: desde os temas de abertura e encerramento até a música de puri-pururin, um anime dentro do anime sobre celulares, que até cheguei a colocar como toque do meu celular.

Não me lembro muito dos detalhes da história, mas sei que ela mostra muito sobre esse mundo negro caracterizado por diversos problemas sociais, pessoas sozinhas e sem rumo, outras enganando umas a outras e caindo em ciladas e fazendo outras caírem no mesmo buraco, uma situação realmente triste porém com uma esperança no final de que isso será, talvez até não resolvido, mas remediado, melhorado.


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Gustavo

Escrevo sobre programas, animes e um pouco mais.

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