Um garoto, um otaku de carteirinha, encontra uma garota no meio da rua, uma cena digna de ganhar um filme… não, afinal de contas sendo um otaku achou melhor digna de virar um jogo.

Fez ele de tudo para que essa garota se tornasse a heroína do melhor jogo já produzido, onde o encontro que ele teve com essa garota seria feito com o melhor roteiro, desenho, personagens, música… um jogo perfeito. Ele ficou sem palavras naquele momento, mas logo foi em busca de quem ele sabia que poderia ajudá-lo.

E não demorou muito ele já foi atrás da melhor roteirista e a melhor ilustradora/desenhista/[não sei o termo] que ele conhecia. As duas foram contra a ideia dele por todos os 108 motivos possíveis: ele não tinha menor ideia do que colocar no jogo, a única coisa que ele queria era a cena que ele presenciou, etc etc. Claro que ele deu um ou outro jeito e elas acabaram aceitando.

Curiosamente quem ele encontra no meio dessas idas e vindas com essas duas? A heroína do jogo dele: uma garota que por mais que tivesse todo aquele glamour do parágrafo inicial na vida real é completamente sem presença. Na verdade ela é do tipo que estando ou não em um lugar não muda nada, super quieta, porém não é tímida, porém quieta não explica por que ela seja assim, talvez seja até um dom dela.

Porém uma heroína tem que ter presença e não é atoa que o grupo vai, passo a passo, ajudando-a a se tornar a heroína perfeita do jogo. A vida de heroína não é fácil, tem uma história triste, problemas com irmãos, como o passado, o futuro ( e viagens ligando eles )… isso no jogo, na vida real ela acaba não fazendo nada. Mas como garotas são fortes ( e ponto ) ela percebe que quer ajudar o grupo e acaba se tornando um elo forte, um apoio, a base para o desenvolvimento do jogo.

De certa forma, quase que resumindo, no final o jogo e história se misturam em um romance, uma comédia e um anime bem divertido.


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Gustavo

Escrevo sobre programas, animes e um pouco mais.

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