Um batalhão de garotas sempre está pronto para qualquer emergência em uma terra próximo a fronteira de seu país. Essa é a história dessas garotas que estão preparadas para pegar em armas a qualquer momento mas vivem em tranquilidade.

Aliás, a história começa quando uma nova garota se junta à esse batalhão. Essa menina, que é um horror tocando trompete, algo essencial para o cargo dela, vai se acostumando com a função dela.

Como já disse antes elas vivem em tranquilidade, em geral o que fazem é acordar cedo - uma delas acorda cedo e acorda as outras e o povo da cidade usando o trompete - e ficar de prontidão caso algo aconteça. As vezes elas tem algumas missões, como fazer a manutenção de alguns equipamentos, outras vezes fazem treinamentos também.

A cidade onde elas vivem é na fronteira do país porém não há muitos riscos, pois a fronteira é com um deserto onde ninguém vive e quase ninguém arriscaria de passar. Como elas tem muito tempo de sobra elas também ajudam o pessoal da cidade nos mais diversos eventos que ocorrem, além de fazer alguns bicos em outros negócios.

O curioso é a cultura daquele lugar: não é Japão, elas nem conseguem ler Japonês, mas as vezes elas encontram coisas nessa língua; não é a Espanha, mas o pessoal da lá festeja como se fosse; não é a França, mas as músicas são em Francês; não falam Inglês, mas o pessoal toca Amazing Grace .

Seria uma história pós-guerra? Muito provavelmente. Seria um Brasil de diversidades? Provavelmente não. Mas é uma história bem calma, boa para quem quer relaxar um pouco, gostei dela. Já quanto ao nome, “O som do céu”, acho que é algo que se explica melhor assistindo mesmo.


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Gustavo

Escrevo sobre programas, animes e um pouco mais.

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