Após a morte de um avô muito querido, enquanto a família está no enterro, uma pessoa se destaca: a filha mais nova dele, de uns seis anos, resultado de um amor que ele teve na velhice e não foi bem visto. A mãe dessa garota ela só consta nos documentos, e assim não sobrou ninguém que cuide dela.

Em meio a essa situação toda a família que pouco se importava com ela e queria que ela fosse para um orfanato mesmo, só que um deles foi diferente, viu a situação e resolveu se responsabilizar e cuidar dela. A situação dele não era a melhor para isso, estava solteiro e ainda tinha muito o que fazer na vida, só que ele abriu mão disso e resolveu ser o guardião dela.

Passou a agir como um “pai”, chegando até a compartilhar experiências com colegas e vizinhos que tinham filhos. Só que o vovô que era o pai dela, e não ele, e nenhum deles, principalmente ela, queria que esse fato mudasse, isso pois ela amava o pai dela, isso é, o vovô.

Situações assim são complicadas, ainda mais na idade dela: fica difícil explicar para pessoas como colegas e professores. Para ele também ficou difícil: deve que mudar a rotina, levar e trazer ela para a escolinha, sair mais cedo no trabalho… complicações normais de quem tem filhos, exceto que ele não tinha nenhum.

No fim vemos boas experiências de vida, um pouco de superação, um pouco de drama, e as crianças tendo muita diversão. Ela, que era calada e tinha alguns problemas de criança, no fim arrumou amigos, se formou na escolinha, se tornou um exemplo de criança em casa e na escola, e tudo deu certo*.

* Ao menos no anime, pois dizem que no mangá as coisas complicam. Ainda não me arrisquei em ler ele, mas quem sabe no futuro? Resumindo até a metade da história tudo é bom, dá para aprender muita coisa boa também.


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Gustavo

Escrevo sobre programas, animes e um pouco mais.

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